domingo, 28 de março de 2010

Just Cause 2




Explosões, destruições e muito, mas muito tiroteio. Em resumo, caos. Essa é a premissa de Just Cause 2. Para os amigos e parentes que passem pela sala enquanto você joga, parecerá que qualquer resquício de sanidade sumiu de sua pessoa; afinal de contas, o jogo é completamente maníaco, e é impossível não se render aos absurdos e mergulhar de cabeça na experiência — muitas vezes literalmente.

Ação, ação e mais ação

Ao contrário de grande parte dos games de ação, essee não demora nem um pouco para engrenar ou mesmo para mostrar ao jogador a que veio. Já de início o objetivo é simples: causar o maior caos possível para poder desbloquear armas e veículos no mercado negro, além de missões e objetivos novos. Mas o que você deve destruir? Basicamente tudo, mas existem algumas diretrizes.

O jogador controla o agente “secreto” Rico Rodriguez, cuja especialidade é sabotar e minar governos inimigos. Seu objetivo desta vez — ele também era o protagonista do primeiro Just Cause — é derrubar o ditador Baby Panay, ao mesmo tempo em que lida com problemas pessoais e uma relação delicada com um grupo de guerrilheiros revolucionários corruptos.

Parece muita coisa? Não é. Na verdade, a história do game não é das mais originais — e nem precisa ser, já que esse não é o foco da experiência. As missões principais aparecem apenas após uma determinada pontuação de destruição ser atingida, o que transfere o cerne da jogabilidade para uma sucessão de eventos, cada um mais absurdo e caótico do que o anterior.

Fantástico

No sentido literal da palavra. Rico é tão versátil quanto James Bond e tão insuperável quanto o lendário Chuck Norris da internet. Afinal de contas, não existe nada que ele não possa realizar, independentemente do quão complicado seja. Na verdade, o seu dom é transformar ações irrealizáveis em algo corriqueiro: desde abrir infinitos paraquedas durante uma queda livre até agarrar-se em qualquer objeto com seu gancho.

Gancho esse que é central à jogabilidade. Ele consiste de uma espécie de “hookshot” similar à vista em inúmeros títulos. No entanto, aqui ele serve para muito mais do que o normal. Você pode usá-lo para mover-se rapidamente, escapar de inimigos ao acessar lugares impossíveis de atingir a pé ou até mesmo para puxar oponentes e fazê-los cair para a morte.

Além de tudo isso, ele pode ser utilizado para ligar dois objetos — ou pessoas ou um misto dos dois. Ou seja, você pode prender um oponente especialmente resistente à sua moto e arrastá-lo até que ele morra. Nada sutil, mas efetivo. Ou então pode prender um enorme sino de igreja a seu helicóptero e quebrar tudo no caminho. As possibilidades são realmente enormes.

Falando em helicópteros, os veículos áereos compõem a parte mais divertida da versão demo. É possível pilotá-los para destruir construções particularmente resistentes com as metralhadoras montadas, se pendurar embaixo deles enquanto estão no piloto automático e até mesmo usar o gancho para pular para outro veículo — tudo isso enquanto no ar! Uma vez pendurado do lado de fora da aeronave inimiga, basta matar os passageiros e ativar um mini-game contra o piloto; se vencer, você adquire o veículo sem nem mesmo ter de pousar.

É claro que uma pessoa mais cética já estará, a essa altura do campeonato, pensando: mas que palhaçada... Mas se esse não é o seu perfil, se segure, pois tem mais.

Nada de brigar com os controles, divirta-se!

Muitos jogos que tentam explorar esse lado mais radical da ação acabam pecando pela dificuldade exagerada em realizar as atividades, o que frequentemente as torna impraticáveis ou até mesmo inviáveis. Não é o caso de Just Cause 2. Tudo aqui foi feito para facilitar a vida do jogador e permitir a criação de sequências de acontecimentos absolutamente espetaculares, para impressionar qualquer um.

Isso se reflete na mira (existe um auxílio que ajuda bastante, já que a câmera se mexe muito), no dano levado (o protagonista aguenta quantidades enormes de sofrimento, incluindo quedas elevadas), facilidade de utilização das ferramentas (paraquedas e gancho podem ser usados a virtualmente qualquer momento), e até mesmo os controles dentro de veículos.

Tudo isso combinado torna a experiência de jogo algo bastante leve, e que não preocupa. Ou seja, nada de passar horas aprendendo as nuances da mira ou os combos mais efetivos com o gancho. Basta sentar na frente do game e começar a botar para quebrar... Literalmente.

Os momentos favoritos do Baixaki Jogos

Devemos dizer que ficamos realmente impressionados com a grandeza do game. Portanto, resolvemos fugir um pouco ao protocolo e expor alguns dos momentos que nos deixaram boquiabertos — e vale dizer que não foram poucos, mas abaixo mostraremos apenas alguns.

O primeiro é sem dúvida quando pegamos um helicóptero pela primeira vez. Estávamos nos batendo um pouco com os controles e subimos alto demais. Enquanto isso, um outro helicóptero atirava em nós e fez nossa aeronave pegar fogo, forçando-nos a pular fora. Caímos em queda livre até logo acima do veículo adversário e nos enganchamos nele, ao mesmo tempo em que dávamos um tiro na testa do passageiro e o pegávamos para nós. Sensacional.

O segundo foi quando estávamos tentando chegar ao alto de uma antena mas escalá-la levaria muito tempo. O que fizemos? Atiramos em um barril de gás que, já sabíamos, sai voando para cima como um foguete, esperamos alguns segundos e antes que ele decolasse nos grudamos no objeto com o gancho — e ele disparou rapidamente nos levando junto, para então nos soltarmos, abrir o paraquedas e chegar à antena. Igualmente fenomenal.

Just Cause 2 não é perfeito, mas personifica realmente o que esperamos de um jogo de mundo aberto. Agora é esperar para ver a versão final e determinar se o título conseguirá prender os usuários por mais do que os 30 minutos que a versão demo disponibiliza, mas se o que vimos é uma indicação do que está por vir, deveremos ter um excelente game em mãos muito em breve.


Rico Rodriguez tem suas férias cortadas por uma chamada de sua ex-parceira, Maria Kane. Mais uma vez, o personagem aparece executando suas manobras radicais, só que em combates mais intensos. Tom Sheldon agora é o alvo (antes, era amigo e tutor de Rico) e se esconde na nova ilha do jogo: Panau, localizada no arquipélago de Malay.

Inteligência artificial é um dos aspectos mais desenvolvidos pela equipe da Avalanche Studios. Agora, os inimigos contam com táticas, chamada de reforços e diferentes formas de movimentação. Outras novidades são: sistema de missões, arsenal inovador e vários usos dos equipamentos do personagem principal.

Paisagens deslumbrantes para que o personagem execute suas manobras (tanto terrestres como em veículos variados) constituem o visual do game. O nível de detalhe dos ambientes é moderno e robusto, o que combina perfeitamente os gráficos com as ações de Rico Rodriguez.


Hoje acontece o lançamento do jogo Just Cause 2,e com isso já se encontra pela internet os primeiros 10 minutos do jogo.O jogo esta sendo feito pela empresa Avalanche Studios Eidos Interactive e será publicado pela Square Enix.O jogo vai ter versão para Playstation 3, Xbox 360 e PC.

Rico Rodriguez tem suas férias cortadas por uma chamada de sua ex-parceira, Maria Kane. Executando sempre suas manobras radicais e combates mais intensos. Tom Sheldon agora é o alvo, que antes era amigo e tutor de Rico e agora virou...Vamos deixar de conversa e vamos ver o começo do jogo.




A Eidos anunciou a produção de Just Cause 2 para PC e consoles. O game terá inúmeras novidade e a primeira delas são as missões paralelas exageradas, que não farão parte da continuação. Outra novidade é o sistema de caos, que permite que as facções possam evoluir em tamanho e tecnologia.

Também foram realizadas melhorias na inteligência artificial e tática por parte dos inimigos, que se comunicam entre si, embarcam em veículos e estão mais organizados na hora do combate. O sistema de mira também teve alterações, onde é possível travar a mira no inimigo antes de atirar.

O arsenal do game conta com lança-granadas, metralhadora removível de veículos e explosivos plásticos. Os veículos também foram aprimorados e o terreno afeta de forma mais realista os carros e outros veículos.

Se o jogador roubar determinados veículos militares ou eliminar um inimigo conhecido, é possível aumentar sua reputação com uma facção a ponto de poder comandar soldados em quantidade suficiente para atacar uma fortaleza.

O protagonista ganhou um lançador de gancho para usar em certos pontos do cenário, podendo acessar novas localidades ou mesmo puxar os inimigos para perto dele e dessa forma desferir um golpe. É possível também esquivar enquanto estiver em cima de um veículo e se dependurar na base de um helicóptero.

Just Cause 2 não tem uma data definida e terá versões para PC, Playstation 3 e Xbox 360.

Requisitos de sistema para Just Cause 2

Requisitos MínimosProcessador: Core 2 Duo 1.6 GHz ou Athlon equivalente
Velocidade do processador: 2 núcleos de 1.6 GHz
Memória RAM: 2 MB
Memória de vídeo: 512 MB
Chipset de vídeo: NVIDIA 8800 / ATI HD 2600
Direct3D: Sim
Rasterization: Sim
Hardware T&L: Sim
Versão do Pixel Shader: 3.0
Versão do Vertex Shader: 3.0
Versão do DirectX: 10.0
Sistemas Operacionas: Windows Vista, Windows 7
Espaço: 10 GB livres em disco


Requisitos RecomendadosProcessador: Core 2 Duo 2.6 GHz ou Athlon equivalente
Velocidade do processador: 2 núcleos de 2.6 GHz
Memória RAM: 3 GB
Memória de vídeo: 512 MB
Chipset de vídeo: NVIDIA GTS 250 / ATI HD 5750
Direct3D: Sim
Rasterization: Sim
Hardware T&L: Sim
Versão do Pixel Shader: 3.0
Versão do Vertex Shader: 3.0
Versão do DirectX: 10.1
Sistemas Operacionas: Windows Vista, Windows 7
Espaço: 10 GB livres em disco
Outros: Não funciona no Windows XP ou mais antigo

APB






All Points Bulletin é um MMO estilo open-world, semalhante a jogos como a
série Grand Theft Auto, Saints Row e Prototype que está sendo desenvolvido pela
Realtime Worlds, e distribuído pela EA, que dará uma infinidade de possibilidades
para os jogadores, tais como criar e organizar sua própria gangue, modificar
livremente seu personagem, suas armas e veículos, participar de diversos eventos,
desde concursos de danças, passando por corridas de rua, e até guerras de gangues
para ganhar dinheiro, respeito, territórios e outros prêmios. Mas o jogo não se
resume a ser apenas um criminoso. Você também pode ser um policial e construir sua
própia carreira de homem da lei entre outras coisas. Tudo isso online. Segue
abaixo o primeiro trailer de gameplay, lançado hoje pela EA:

O jogo é produzido em Rewood City - Canada pela Realtime Worlds criado pelo veterano da indústria David Jones (criador de Lemming's, Grand Theft Auto 1 e 2 e Crackdown). O jogo se passa em Multiplayer( multijogadore) em mundo aberto com uma configuração de crime moderno se enquadra em 2 grupos, os Enforcers e Criminals.

Os jogadores optam por ser um criminoso (Criminals) ou um "Contra-criminoso" (Enforcers) e são comparados entre si em ação, em terceira pessoa. Os criminosos têm como objetivo criar uma cidade cheia de crimes violentos. Os Contra-Criminosos são confrontados contra eles, protegendo a população civil e a luta contra os criminosos em cada turno ou missão. Quer cometer um assalto com seus amigos? Você pode, mas cuidado porque um outro grupo de jogadores terá o objetivo de pará-los. Os Jogadores também podem criar Organizações(Clans ou Guilds ou sei lá como chamar) a qual podem resceber missões envolvendo todo o "Clan", missões de Criminosos envolvem coisas do tipo extorsão, pichação, incêndio e assassinatos de tudo quanto é jeito. E os "Contra-Criminos" tem o Objetivo de impedir os crimes a qualquer custo com isso limpando a cidade e deixando os civis a salvo.




O jogo a principio não será pago mensalmente, e está previsto para ser lançado no começo de 2010 nas plataformas Xbox 360, PC e PS3.

Chuck_Croft
"O jogo é muito bom, por estar em fase de teste tem alguns "bugs" ainda e estão resolvendo mais rápido possível, é uma mistura de GTA IV (com gráficos bem melhores) com RPG e MMO... iniciando o jogo você faz o Login e cria seu personagem o qual tem um mecanismo muito completo (the sims 3 passa vergonha)... com missões com muita ação, o interessante é que acontece de você receber uma missão e no meio de seu percurso se deparar com um tiroteio de outra missão... muito legal"

Um dos inovadores criadores da famosíssima série Grand Theft Auto (GTA), David Jones, decidiu “mudar de ares” com sua nova produtora Realtime Worlds. Mas mesmo assim, as velhas influências vieram com tudo em um jogo de gangues e muitos tiroteios: All Points Bulletin (APB).

APB se passa em um mundo repleto de perseguições de carro perigosas, tiroteios, prisões, fugas inesperadas e todo o tipo de caos envolvendo polícias e gangues de rua. O diferencial do jogo? É totalmente online, retratando esse ambiente de violência e ação no melhor estilo MMO (massive multiplayer online – game online multiplayer em massa).

APB foi constantemente debatido pelos críticos por herdar características de títulos famosos, como Grand Theft Auto, World of Warcraft, Quake e Counter-Strike. Mistura interessante, não é? Mas a Game Developers Conference — GDC — deste ano provou que o novo MMO (jogo multiplayer online em massa) da Realtime Worlds tem muito conteúdo único a oferecer aos amantes de tiroteios nervosos.

Espera-se que o game propicie experiências fora de série tanto para os criminosos quanto para os policiais. Alguns dos principais pilares do jogo consistem na ampla personalização de personagens e na sólida estrutura de missões, nas quais o cumprimento dos objetivos não depende apenas de protagonistas controlados pela inteligência artificial, mas também das ações dos gamers.

Brincando de personalizar

O próprio fundador da Realtime Worlds, Dave Jones, exibiu uma demonstração do novo título da companhia em San Francisco. Dentre as áreas principais do game, três distritos se destacaram: Waterfront, Financial e Social. Jones comentou mais a respeito dos dois últimos, falando que o distrito social terá como foco reuniões, formações de clãs e personalização de diferentes itens.

Parece que praticamente tudo é personalizável em um personagem. Roupas e características físicas podem ser modificadas com muita liberdade. Além disso, o veículo controlado também pode ser alterado com expressão. De forma contrária a GTA, os carros são adquiridos através de diferentes desbloqueios ou da compra via dinheiro. A sua garagem conta com um número limitado de vagas, portanto escolha sabiamente quais veículos você pretende adquirir.

Não ficou impressionado? Então saiba que até mesmo a trilha sonora do carro pode ser personalizada. Escolhendo até mesmo a música que tocará quando o personagem eliminar outra pessoa, haverá a possibilidade de criar uma ambientação sonora adequada aos gostos pessoais do jogador.

E, se o gamer possui talento para design, dinheiro poderá ser feito com a venda de roupas ou carros dentro do jogo. Atrair a atenção de outros gamers será um dos desafios mais interessantes. Quem conseguir se destacar no mundo de APB terá até mesmo a oportunidade de receber uma homenagem em forma de memoriais, estátuas.

Conflitos e pancadaria

Pois é, as coisas ficam um pouco mais tensas no Financial District. A demo mostrou um criminoso e um agente da lei perambulando pelo cenário. É importante lembrar que são as ações do jogador que transformam o personagem controlado em um fora-da-lei ou em um policial. Tudo depende da reputação do jogador, consequência das decisões tomadas.

Os desenvolvedores, com isso, resolveram empregar essa interação PvP (jogador contra jogador) como base das missões. Quer um exemplo? Jones, na GDC, incorporou um vândalo que começou a pichar certos lugares da cidade de San Paro. Através de um All-Points Bulletin — sim, o nome do game —, a polícia foi alertada e não tardou para que os tiroteios começassem.

Trata-se de um MMO, portanto morrer não é o final de tudo. O personagem reaparece longe do ponto em que foi derrotado, sendo que os policiais têm a oportunidade de prender os bandidos e deixa-los fora da ação por 15 a 20 segundos (tempo maior que o "respawn" consequente de uma morte).

Cada uma das duas facções conta com missões específicas e há um sistema robusto de criação de conflitos por trás delas. Enquanto os criminosos tentam capturar pessoas influentes e plantar bombas, os agentes da lei escoltam esses figurões e tentam desarmar os explosivos. Até 40 jogadores — 20 para cada lado para que não haja um desequilíbrio na jogabilidade — podem participar de uma missão e há a chance de chamar reforços se um dos lados está em menor número.

Não há data de lançamento para APB, mas sabe-se que o título está previsto para chegar aos usuários dos computadores (são poucas as informações referentes à versão para Xbox 360) ainda no segundo trimestre de 2010.