segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Timeshift


Pause, rebobine e exploda tudo de novo

Quando Max Payne trouxe para os games o efeito de câmera lenta, também conhecido como "slow motion" ou "bullet time", foi criado um novo estilo de ação. Este efeito proliferou-se em outros games como Dead to Rights, Bloodrayne 2, Jedi Outcast, The Specialists (mod de Half-Life), GUN, F.E.A.R., Prince of Persia: Sands of Time, Tomb Raider: Legend, Stranglehold, Call of Juarez e, claro, Matrix, entre muitos outros. Timeshift surge, aparentemente, como mais um game semelhante. Mas na verdade, ele é mais do que isso.

Em Timeshift, o jogador pode desacelerar o tempo como também pausar e rebobinar tudo. Pode não soar muito inovador, mas é o primeiro game de tiro a fazer isso. E funciona tão bem que o jogo conseguiu se destacar neste final de ano de concorrência pesada. Na história, você é um cientista chamado Tom "Swift", que trabalha em um projeto secreto chamado N.E.X.T.2, que desenvolveu dois protótipos de máquina do tempo em forma de roupas especiais: a Alpha Suit e Beta Suit. O diretor do projeto, o Dr. Aiden Krone, resolve roubar a Alpha Suit para voltar no passado e manipular o tempo para tornar-se um ditador. Tom pega a Beta Suit e persegue Krone para impedir seus planos.

Historinha comum, herói mudo e sem personalidade, a mesma coisa de sempre. Quase um Gordon Freeman usando a Nanosuit. Além do desenvolvimento lento da história, os objetivos das fases não são muito claros, sendo comum você se perder mesmo com a ajuda do radar. Em compensação, Timeshift é um game divertido. O uso da Beta Suit é bem simples e prático, bastando apertar um respectivo botão para desacelerar, pausar ou rebobinar a ação. Desacelerar o tempo ajuda a evitar tiros e derrubar os inimigos de forma mais rápida. Pausar permite passar batido pelo inimigo, roubar sua arma ou derrubá-lo. E por último temos o efeito de rebobinar o tempo, perfeito praquele momento que um tiro de tanque está pra acertar a sua testa. Ou quando você está cercado por inimigos, prestes a morrer. Vale lembrar que, quando você rebobinar o tempo, os inimigos mortos voltarão a viver também. O controle do tempo também é vital para resolver os quebra-cabeças do jogo.

Tom dispõe de nove armas high tech, dois tipos de granadas, dois tipos de minas e um quadriciclo para se locomover. O design das armas são bacanas, mas nada inovador. Você já viu algo parecido em algum lugar. Pelo menos a arma mais poderosa do game, chamada SurgeGun, é sensacional e causa um belo estrago. Apesar de você dispor de armas no geral fortes, os inimigos são duros na queda, precisando dar muitos tiros para derrubá-los. Isso pode frustrar algumas vezes, até mesmo quando você desacelera o tempo.

O visual de Timeshift é caprichado, sombrio, com chuva forte, prédios em chamas e muitos detalhes. Parte dos cenários são destrutíveis, alguns inimigos são casca-grossa (os robôs, principalmente) e é comum ser pego de surpresa por desabamentos e explosões, situações que só dá pra escapar controlando o tempo. Graficamente, Timeshift apresenta texturas muito ricas, que dão volume a detalhes como as paredes dos prédios, que também sofrem deformações com os tiros. A física reforça o belo visual do game, oferecendo um show de destruição.

O modo multiplayer conta com uma jogabilidade diferente, em que os jogadores só podem controlar o tempo fazendo uso das "cronogranadas", que alteram o tempo apenas na sua área de alcance. São 14 mapas distribuídos nos modos Deathmatch, Team Deathmatch, Capture The Flag e os modos exclusivos King of Time, Meltdown Madness e One-on-One. No modo King of Time, ganha quem matar mais adversários fazendo uso do controle do tempo. Em Meltdown Madness, você deve atacar a base da equipe adversária, ganhando a partida a equipe que conseguir defender a base por mais tempo. One-on-One é o famoso 1x1, mano a mano.

Timeshift sofreu vários atrasos, mudou de cara duas vezes, enfrentou problemas de programação, mas saiu. E o resultado é satisfatório, com jogabilidade inovadora, gráficos caprichados e muita diversão no modo single e multiplayer. Poderia ter sido melhor otimizado, para rodar em placas de vídeo menos potentes. Mesmo assim, vale a pena conferir.

LOST: Via Domus



Da TV para os games, confira o que um dos seriados mais populares dos últimos tempos tem a oferecer

LOST estreou em 2004 com a proposta de oferecer a história de um grupo de sobreviventes de um acidente de avião em uma ilha. No entanto, esta ilha não era um lugar comum e, devido a sua quantidade de mistérios, se tornou um hit com milhares de fãs pelo mundo todo. Com a proximidade da estréia da quarta temporada nos Estados Unidos, a Ubisoft revelou alguns detalhes do jogo que acompanhará a vida de um dos sobreviventes do vôo 815.

Em Lost: Via Domus, título do jogo, você acompanhará a vida de Elliot, um dos sobreviventes que não apareceu na série. Elliot é um fotógrafo que está sendo perseguido por um assassino, já que o mesmo tirou uma foto comprometedora. Após o acidente, ele perde a memória e precisa usar sua câmera para tentar buscar lembranças de seu passado, descobrir quem ele foi e ainda manter-se vivo, pois seu perseguidor também sobreviveu à queda do avião.

Como na série, a aventura será ambientada tanto na ilha quanto fora, pois o jogador irá viver os famosos "flash backs", umas das principais marcas da série.

Infelizmente não será possível controlar os personagens principais da TV, mas será possível interagir com todos, inclusive a turma dos Outros, um dos maiores mistérios da Ilha. Além de Elliot a aventura também irá contar com alguns personagens novos como o assassino encarregado de eliminar o fotógrafo, uma repórter e possível caso amoroso do herói, que aparecerá em "flash backs" e um embaixador que está em Sidney e talvez seja o mandante do assassinato.

Nem todos os personagens já vistos na série estarão presentes, mas isso não irá interferir no desenrolar do jogo, pois alguns além de não fazerem mais parte do programa, não tem relevância aos principais pontos do game. Dos personagens já confirmados temos a presença de: Jack, Kate, Locke, Hurley, Sayid, Sawyer, Michael, Jin, Sun, Desmond, Eko, Claire, Charlie, Ben, Juliet, Tom, Mikhail Bakunin e Vincent. No entanto, se você espera encontrar os respectivos atores dublando os personagens do game pode se decepcionar. Nem todos toparam a tarefa de dublagem, por conflitos de agenda ou até mesmo falta de interesse, mas a Ubisoft garantiu que buscou vozes idênticas para não afastar a interação do jogador com a série. Os atores que colaboraram com o processo de dublagem são: Henry Ian Cusick (Desmond), Emilie de Ravin (Claire), Yunjin Kim (Sun), Michael Emerson (Ben), Andrew Divoff (Mikhail Bakunin) e M.C. Gainey (Tom).

Outro personagem que irá aparecer no jogo é Alvar Hanso, conhecido dos fãs da série por protagonizar um jogo de realidade alternativa que levou os jogadores há conhecer um pouco mais a respeito da ilha e as pessoas por trás dela. Como este personagem praticamente nunca apareceu na série, muito mistério envolve a forma de como ele será introduzido na ilha.

Este não será o primeiro jogo de Lost a ser lançado. No inicio de 2007 duas versões do game foram lançadas para celulares no qual o jogo se encerrava no final dos seis episódios que antecederam a terceira temporada.

Lost será lançado em 26 de fevereiro para PS3, Xbox 360 e PC, mas os jogadores de Wii não precisam ficar tristes: a Ubi informou que futuramente pretende levar o game para o console da Nintendo, o problema seria a restrição dos recursos gráficos que, com certeza, seriam compensados com a ótima jogabilidade que o console oferece.

Crysis

"Maximum" em todos os sentidos

Lançado oficialmente no Brasil em Edição Especial, pela Electronic Arts, Crysis veio para deixar sua marca na história e evolução dos jogos de PC. Dois anos depois do aclamado e premiado FarCry (leia nosso review aqui) a produtora alemã Crytek lança Crysis com um único objetivo: inovar o gênero FPS pela segunda vez e apresentar gráficos ainda mais realistas. Promessa feita, missão cumprida.

Na história, ambientada em 2020, o soldado Jake Dunn (codenome "Nomad") e seus companheiros das Forças Especiais dos EUA (Delta Force) são enviados à costa norte-coreana para investigar uma descoberta feita por arqueólogos americanos: um asteróide, aparentemente. O governo norte-coreano rapidamente coloca sua força militar em ação, tomando controle de toda a ilha para apoderar-se desta descoberta. As coisas pioram logo no início, quando Jake e sua equipe aterrizam na ilha e descobrem que esse asteróide é, na verdade, o começo de uma invasão alienígena.

Pode parecer clichê, mas no geral a história funciona bem no jogo. Nos primeiros 20 minutos de jogatina você aprende os comandos básicos, como interagir com o cenário, como modificar sua arma e como usar a Nanosuit, uma armadura militar high-tech que oferece ao soldado proteção e força muscular. A Nanosuit possui quatro modos: Armadura Máxima, Força Máxima, Velocidade Máxima e Camuflagem. O uso da Nanosuit reflete diretamente na jogabilidade, permitindo que você complete as missões na ordem e do jeito que você desejar. Porém, existe um limite de uso controlado por um medidor, que é recarregado automaticamente quando não se está usando os recursos da armadura, assim como sua barra de energia.

Quando a Nanosuit é ativada, aparece um menu circular na tela mostrando os quatro modos mais a opção de modificar a arma, sendo que o ponteiro do mouse define qual opção você irá escolher. Esta interface permite mudar de Armadura Máxima para Velocidade Máxima no meio do tiroteio, sem perder tempo ou se atrapalhar com os comandos. Usar a Nanosuit para se camuflar, pular por cima de muros altos, arremessar objetos com força contra inimigos, correr rápido de tiros de helicóptero, entre outras bilhões de coisas possíveis de fazer somado à liberdade dos cenários, oferece uma jogabilidade surpreendentemente inovadora.

As armas não são muitas (nove, no total), mas você não sentirá falta de mais opções. Isso porque a modificação delas muda muita coisa. Acionando este modo, você pode adicionar/retirar o silenciador, lanterna, mira a laser, lança granadas, entre outras opções, sendo que algumas armas possuem tipos de tiro e acessórios exclusivos. E como não poderia faltar, há três tipos de granada (de luz, fumaça e fragmentos) que são essenciais em muitas situações de combate. E quando a arma não funcionar, você pode sair na porrada, agarrar qualquer objeto do cenário para tacar no inimigo ou, se preferir, pegá-lo pelo pescoço mesmo.

No modo singleplayer, Crysis oferece sete veículos para dirigir: jipe, caminhão, caminhonete, barco, tanque de guerra e um avião. No multiplayer, há mais opções e um veículo exclusivo da Edição Especial chamado Amphibious PC: um tanque blindado de oito rodas que anda tanto em terra como na água. Entre os veículos, o mais prático é o jipe, com o qual você pode causar o maior estrago atropelando inimigos, destruindo casas, derrubando árvores, metralhando tudo com a metralhadora embutida ou explodindo o veículo atirando no galão de gasolina, na parte traseira do jipe.

Por falar em derrubar árvores, taí uma das novidades da física do game, gerada pela CryEngine 2. Você pode derrubar coqueiros, cortar ele em pedacinhos, pegar um pedaço de tronco e dar na cabeça dum coreano distraído. As folhas dos coqueiros e plantas reagem às colisões e tiros, assim como a água do mar. Quando você explode um helicóptero inimigo, você presencia sua queda destruindo tudo que estiver abaixo. Melhor ainda é ver a física respeitando os limites da inércia, sem aquele exagero do efeito "ragdoll", que dá a sensação do inimigo ser um boneco. Os efeitos visuais são sensacionais: ondas do mar, explosões ultra-realistas, fumaças densas, poeira subindo, o reflexo da luz do sol na floresta, efeitos climáticos, etc. Crysis é de longe o game mais bonito já feito até hoje. Por conta disso, o jogo exige placa de vídeo potente. Somente com as placas mais poderosas do mercado o jogador poderá usufruir do "verdadeiro" visual do game. Para se ter idéia, nossas screenshots foram tiradas com uma configuração de vídeo que representa 65% da qualidade máxima do game.

Trilha sonora é outro trunfo de Crysis. Criadas pelo compositor Inon Zur (responsável pela trilha sonora de Prince of Persia The Two Thrones, Everquest 2, Company of Heroes, entre outros exemplos), as 22 faixas incluídas no game criam uma atmosfera única, com cutscenes memoráveis, e faz brotar no jogador uma sensação de euforia igualável à sensação de se assistir um filme épico no cinema.

Mas como nada é perfeito, Crysis apresenta uma série de bugs de física e Inteligência Artificial. Enquanto não sai o patch oficial, você verá com freqüência um coreano travado (literalmente) no cenário, fazendo alguma burrice inexplicável. Veja exemplos aqui: vídeo 1 | vídeo 2 | vídeo 3. Algumas situações, mesmo não sendo bug do jogo, também são esquisitas. Exemplo: se você bater num inimigo morto no chão, você ouvirá um UUUGHHH! Ou jogar um inimigo contra outro e um deles morrer com o baque. Se fosse um gordinho, beleza...

Depois de terminar o game, que aliás possui um ótimo desfecho, a diversão continua no multiplayer. Onde FarCry falhou, Crysis acertou em cheio. O multiplayer é dividido em dois tipos: Instant Action (Deathmatch) e Power Struggle. Os mapas são gigantes (medidos em quilômetros), com ambientes caprichados, desastres naturais, ciclo de dia e noite, suporte para VoIP (chat por voz) e capacidade para até 32 jogadores em LAN ou Online.

No modo Power Struggle, há dois times (Americanos e Norte-Coreanos) para escolher, sendo que cada equipe domina um ponto estratégico do mapa. Cada mapa possui seus objetivos próprios para completar, com recursos que dão acesso a veículos como tanques e armas de tecnologia alienígena. Diferente de games como Enemy Territory: Quake Wars e Battlefield 2142, o jogador não é obrigado a escolher uma classe de soldado (sniper, engenheiro, médico...). Cada vez que você nasce em sua base você pode comprar a arma que desejar, assim como munição, granadas e acessórios extras. A fórmula é semelhante à de Counter-Strike, trocando o dinheiro por pontos adquiridos ao concluir objetivos ou matar inimigos.

Crysis falha em alguns requisitos (IA principalmente), mas compensa com a ótima campanha singleplayer (que infelizmente dura menos de 10 horas), multiplayer divertidíssimo e o visual mais caprichado que você verá num game por pelo menos 6 meses. Quando você enjoar do multiplayer, vale a pena conferir o excelente editor SandBox 2, que permite fazer alterações no game e jogar ao mesmo tempo. Funciona de forma semelhante ao Garyâ??s Mod (Half-Life 2), além de ser uma ferramenta completa para a criação de mods oficiais. Veja aqui um exemplo de como se divertir com o SandBox 2.

Para completar, aqueles que comprarem a Edição Especial sairão no lucro com um pack caprichado que inclui CD da trilha sonora, DVD Bônus (com vídeos, storyboards, making of, arte do game e screenshots), um livrinho de concept arts (inútil, uma vez que tem as mesmas imagens no DVD Bônus) e um veículo exclusivo (Amphibious PC) para download. Melhor que isso, só ganhando uma Nanosuit de Natal.

Tiberium

Novo shooter baseado no universo C&C

Tiberium é um misterioso cristal extraterrestre que fragmenta a energia de combustíveis fósseis tradicionais. Ele tem o poder de salvar nossa civilização. Ele também tem o poder de destruí-la. Depois de dois anos e meio de desenvolvimento, a Electronic Arts lança o Tiberium , uma nova propriedade intelectual que dá vida a uma ficção rica e original por meio de uma ação tática intensa e tiroteio visceral em primeira pessoa. A história de Tiberium tem como cenário um incrível mundo de ficção científica, com efeitos visuais espetaculares e ambientes dramáticos. Os jogadores entram em uma aventura através de um mundo ambientalmente devastado e vão para o centro de uma batalha épica pelo controle dessa poderosa fonte de energia.

Durante 11 anos, uma torre alienígena permaneceu dormente, imponente como uma montanha sombria sobre uma terra devastada que antigamente era conhecida como o Mar Mediterrâneo. Todos pensavam que a torre era um resíduo da Terceira Guerra Tiberium, uma luta destruidora pelo controle do cristal Tiberium. Não se trata de resíduo. Ela não está dormente. Nas profundezas da torre, uma invasão alienígena é planejada. Esse é o ponto de partida para a aventura de Tiberium. Os jogadores assumem o papel do Comandante Ricardo Vega e coordenarão os esforços de tropas de elite para lutar contra a crise global. Vega vai liderar as frentes de batalha armado com um arsenal completo, que inclui infantarias, lançadores de mísseis, bombardeios e canhões de íon.

Com uma mistura única de tiro em primeira pessoa e combates táticos em equipe, cada momento de Tiberium é intenso e cada missão deixa os jogadores sem fôlego. Com a experiência de tiro em primeira pessoa imersa em combates estratégicos, os jogadores vão controlar várias tropas de infantaria, blindados e esquadrões aéreos conforme a luta avança. Em Tiberium, Vega é a presença mais marcante no campo de batalha, e os esquadrões são sua arma mais decisiva. Os jogadores assumem o controle de várias tropas em ação para um jogador ou podem entrar em batalhas multiplayer on-line.

"Tiberium é nosso "Um Anel", nossa "Força". É o tecido conjuntivo que define este universo e o destrói", diz Chris Plummer, Produtor Executivo na EA Los Angeles. "Após dois anos de pré-produção, é emocionante finalmente anunciar este jogo e sua rica ficção ao mundo. Nós nos esforçamos muito no desenvolvimento das experiências de tiro e tática, para que os aspectos principais do jogo, como o comando, escolha e domínio dos inimigos, fossem em primeira pessoa. Algumas das armas e mecânicas são realmente inovadoras para um jogo de primeira pessoa. Estamos muito orgulhosos por fazer parte de um projeto com potencial para estabelecer uma verdadeira marca na ficção científica".

Mike Verdu, vice-presidente e Gerente Geral da EA Los Angeles, diz mais: "A EALA tem um longo histórico de desenvolvimento de jogos de estratégia revolucionários, com a série Command & Conquer. Essa série também apresentou o universo Tiberium aos jogadores de todo o mundo. Agora, Tiberium deixou de ser apenas um pano de fundo para se transformar em um universo completo com sua própria jogabilidade híbrida e exclusiva de tiro baseado em tropas. É o nascimento de uma nova franquia, estamos bastante animados."

Desenvolvido pela EA Los Angeles, Tiberium será lançado em todo o mundo final de 2008 para PS3, Xbox 360 e PC. Para mais informações sobre Tiberium, por favor, visite.

Battlefield Heroes

Novo jogo será lançado de graça

Em 1999, era lançado no mercado pela Refraction Games o jogo Codename Eagle, um título de guerra para Windows 95/98 que tinha como pano de fundo uma realidade hipotética e inovava com a sua jogabilidade com a perspectiva de tiro em primeira pessoa juntamente com o controle de veículos de batalha. Mais tarde a Refraction Games foi comprada pela Digital Illusions e aquele desconhecido jogo saído no final dos anos 90 servia então de base para uma das séries de jogos online mais divertidas que eu já tive a oportunidade de jogar: Battlefield.

O controle de veículos, as diferentes funções de cada integrante para formar uma equipe (no mais clássico estilo Team Fortress) deram mais fôlego aos combates online que já vinham perdendo a graça pra mim pelas consecutivas horas e horas de jogo do já manjado Counter Strike. Pegar veículos de galera e ir pro tiro cruzado era animal! Tá, eu não era o melhor e sempre morria primeiro, mas me divertia.

Do primeiro game de 2002 pra cá, a equipe desenvolvedora ousou consideravelmente no seu enfoque nos combates quando chegou com o futurístico Battlefield 2142, de certo já prevendo um possível cansaço da franquia com os combates online que tinham "parado no tempo".

No presente ano de 2008 a série vem com mais dois títulos para tentar brigar por um lugar ao sol no saturado mercado de games de tiro em primeira pessoa: Battlefield: Bad Company (PS3, Xbox 360) e Battlefield Heroes, este segundo com uma abordagem da guerra, no mínimo, curiosa.

Esqueça os outros jogos da série que vinham com gráficos preocupados com a reprodução fiel de como seria uma guerra de verdade e propunham mostrar a realidade de um cenário de conflito armado. Battlefield Heroes dá um visual cartunesco aos combatentes, será distribuido de graça (!) (com algumas propagandas) e vai permitir pequenas transações comerciais entre os seus jogadores. O objetivo é simples: democratizar ainda mais o jogo, atraindo mais novatos para um sistema que não seja tão enfocado na habilidade de batalha de seus participantes. Deixar tudo mais bonitinho pra que todo mundo tenha curiosidade de conhecer o sistema, jogar e até gostar.

Os itens pagos não vão dar um upgrade no seu carinha, só vão deixar ele mais tchubiruba. Tipo, um chapéu que você tenha comprado só pra deixar ele mais apresentável. Num jogo de guerra isso é uma puta de uma idiotice, mas isso não se aplica ao BH justamente por ele não explorar SÓ a guerra. Essa experiência de jogos que apresentam propagandas e características de comércio entre os seus participantes já se revelou um negóção (!) para as produtoras em partes da Coréia e da Ásia. Cada vez mais essa visão de jogos como forma de interação social cresce, fazendo surgir uma nova área de exploração para produtoras que desejam diversificar e não só fazer o melhor gráfico ou a melhor jogabilidade de um jogo qualquer.

Battlefield Heroes estará disponível no verão americano de 2008 e eu quero. De graça, até ônibus errado. Site oficial.

UEFA EURO 2008

No jogo oficial deste torneio, os jogadores podem levar suas seleções ao lugar mais alto do pódio

A Electronic Arts vai celebrar a UEFA EURO 2008 - um dos maiores eventos esportivos do mundo, que a cada quatro anos define o campeão europeu de futebol - com o lançamento de UEFA EURO 2008, o único jogo do campeonato com licença oficial. O lançamento na Europa está previsto para 11 de abril, e o jogo chegará à América do Norte em 20 de maio, antecipando o campeonato real que começa em junho e será disputado na Áustria e Suíça.

UEFA EURO 2008 conta com gráficos incríveis e com realismo impressionante nas representações dos jogadores de futebol mais famosos do mundo , além de todos os estádios que serão usados na UEFA EURO 2008. A jogabilidade tem uma versão mais acessível e mais rápida do que o engine de futebol líder de mercado da EA SPORTS;. Os jogadores poderão disputar desde as eliminatórias até uma reprodução virtual do campeonato de verdade.

Encare o desafio de liderar uma entre mais de 50 seleções européias até a vitória final, pois o UEFA EURO 2008 recria todo o drama e emoção do torneio oficial. Em um novo modo de jogo chamado Captain Your Country (Seja o Capitão), os jogadores poderão entrar em campo para provar que merecem a braçadeira de capitão e a honra de inspirar sua seleção até o título. Também será possível celebrar o sucesso dentro de campo por meio de comemorações interativas que aumentam o esplendor e o clima de emoção do evento. Além disso, o modo on-line o Battle of the Nations (Batalha das Nações) vai permitir que jogadores de todo o mundo se enfrentem para conduzir seus países até a supremacia mundial.

"Nosso jogo, UEFA EURO 2008, celebra a paixão dos torcedores por suas seleções ao capturar todas as rivalidades entre nações. Além disso, você pode ser o capitão de sua seleção ou jogar com seus ídolos em busca da glória máxima", diz Simon Humber, produtor-chefe. "Nós conseguimos uma grande evolução em nosso engine de futebol e incluímos recursos inovadores para criar um jogo que captura e simula a experiência real do esporte e toda a emoção deste campeonato."

Pela primeira fez, o jogo oficial licenciado da UEFA EURO 2008; também será lançado para telefones celulares em toda a Europa, por meio das principais operadoras do continente. Um inovador sistema de controle de apenas um botão vai transformar UEFA EURO 2008 na experiência de futebol 11 contra 11 mais simples e acessível para celulares, para que os usuários possam jogar onde quiserem e contarem com toda a emoção que faz parte da essência deste grande evento.

O UEFA EURO 2008 está sendo desenvolvido pela EA Canada, em Burnaby. Será lançado mundialmente para Xbox 360;, PlayStation 3, PS2 e PSP. Ele também será lançado para PCs e telefones celulares na Europa.

Baixe Warhammer 40.000 Dawn of War SoulStorm


Terceira expansão do popular jogo de estratégia Warhammer 40.000: Dawn of War. Até agora, os usuários tinham lutado com sete raças diferentes, mas duas novas apareceram, fazendo deste game de estratégia um dos mais completos baseado nas diferentes licenças Warhammer.

http://terrabrasil.softonic.com/ie/68085/Warhammer_40.000_Dawn_of_War_SoulStorm

E se em Dark Crusade um dos novos modos de jogo te levaram a tentar conquistar todo um planeta, prepare-se para o DESAFIO com maiúsculas. A nova campanha de Dawn of War, SoulStorm, te levará a conquistar todo um sistema galático.

A jogabilidade não contém praticamente mudanças com relação ao primeiro jogo. Ou seja: trata-se de estratégia em tempo real que se orienta mais pela ação que pela gestão de recursos. Possui ainda intenressantes opções multijogador, entre as quais destaca-se a possibilidade de pintar seu próprio exército e diferencia-lo do de outros jogadores.

Por outro lado, Soulstorm possui um maior grau de detalhe gráfico, que você poderá observar, sobretudo, nas novas unidades, criadas a partir de figuras originais e que te oferecem uma qualidade extraordinária tanto na texturização como nos efeitos visuais.

Requisitos mínimos:
Processador: 2,0 GHz
Memória RAM: 512 MB
Vídeo: 64 MB

Requisitos recomendados:
Processador: 2,4 GHz
Memória RAM: 512 MB
Vídeo: 64 MB

Limitações da versão demo:
Tutorial e duas batalhas

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Lord of the Rings Online: Shadows of Angmar (PC)


Há meses um boato de que a Sierra desenvolvia um RPG online baseado na obra de J.R.R. Tolkien rondava a Internet. Mas quando a empresa se envolveu em uma briga legal com um de seus estúdios, que supostamente estaria trabalhando no projeto, que agora ganha forma.

"Shadows of Angmar" segue os moldes de "Ultima Online" e é produzido pela Turbine (os criadores da série "Asheron's Call"). Este jogo 3D coloca você como um dos personagens do rico mundo criado por Tolkien, que com tal devem explorar a Terra Média.

Ao lado de outros aventureiros online, você poderá formar a sua Sociedade do Anel e marchar em direção aos exércitos de Lorde Sauron para salvar a Terra Média das trevas.

As raças que o jogador pode controlar incluem elfos, hobbits, anões e humanos. Independente da escolha, você pode personalizar seu avatar escolhendo cor de cabelo, roupas, armadura e mais. No decorrer da jornada, os jogadores poderão descobrir ou comprar itens especiais personalizando ainda mais o seu personagem.

Na parte gráfica, "Shadows of Angmar" promete não decepcionar trazendo cenários 3D ricos em detalhes e dão vida ao mundo fantástico da trilogia que por muitos anos era visualizado apenas na imaginação dos leitores.

"Lord of the Rings Online: Shadows of Angmar" é exclusivo para computadores.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

World of Warcraft: Wrath of the Lich King (PC)


"Wrath of the Lich King" abre as portas do continente de Northrend para jogadores de nível 68 ou mais, abordando o retorno de Arthas Menethil (também conhecido como Lich King), rei da Scourge e um dos seres mais poderosos de Azeroth. A segunda expansão para "World of WarCraft", quase uma seqüência da saga do personagem, conhecido de "WarCraft III: The Frozen Throne", é destinada a jogadores experientes.

A partir de agora, o nível máximo de experiência passa a ser de 80, e o de skill 450. Contudo, a maior novidade para os jogadores é a estréia de Death Knight, a primeira nova classe de personagem desde o lançamento do RPG online - por coincidência, é também a primeira classe de herói ("Hero Class").

A expansão introduz armas de cerco, incluindo Meat Wagons e Steam Tanks, e, com elas, edifícios destrutíveis, tanto no Battleground quanto na zona de PVP a céu aberto ("outdoor PVP zone"), outra que faz a sua estréia. As "quests" de cada zona nova são destinadas a personagens com níveis entre 68 e 72, e existem outras áreas para níveis 70, 80 e raiders.

Por fim, há uma nova profissão, a de Inscription, que permite ao jogador customizar feitiços individuais e habilidades em seu livro de magias ("spell book").

Bastante avançado, "Wrath of the Lich King" não tem conteúdo voltado a novos jogadores, tais como raças inéditas, áreas para níveis de experiência de 1 a 20 etc.

Team Fortress 2 (PC)


A produtora Valve Software anunciou uma atualização para o jogo de ação multiplayer "Team Fortress 2". O pacote traz otimizações gráficas, de rede e de estatística, além de melhorar a funcionalidade Source TV.

Ainda, três mapas atuais foram reequilibrados: Dustbowl, Granary, CTF_Well. Por fim, uma recriação do mapa Badlands - vindo do "Team Fortress" original - foi incluída, oferecendo uma situação no qual os pontos a serem dominados ficam em alturas diferentes do cenário.

As funcionalidades da atualização em detalhes podem ser conferidas no site da Valve (em inglês).

Mass Effect (PC)


A Electronic Arts anunciou que o RPG "Mass Effect", que era um título exclusivo para Xbox 360, também vai ser lançado para PC. O game está previsto para sair em maio, com diversas melhorias.

O game é uma espécie de ópera espacial, um misto de RPG com batalhas em forma de tiro em terceira pessoa. Na pele do comandante Shepard, os jogadores partem numa jornada para capturar um traidor.

Produzido pela BioWare, famosa por "Star Wars: Knights of the Old Republic" e "Jade Empire", "Mass Effect" se destaca pela condução do enredo e um sistema de conversação sofisticado que permite controlar o tom dos diálogos, que são todos dublados. O título recebeu o prêmio de melhor RPG pela Academia de Artes e Ciências Interativas, que reúne personalidades da indústria de games.

A edição para PC prevê diversas melhorias, como controles adaptados para o teclado, além da possibilidade de mapear livremente os comandos. Também, as habilidades e biotics (poderes que lembram magias) podem ser atribuídos às teclas, não sendo necessário chamar um menu como na edição para Xbox 360. Assim, a versão para PC deve ser mais dinâmica, mais parecido com um game de tiro em terceira pessoa.

A BioWare promete consertar a interface de menu, que não foi muito bem implementado no Xbox 360. Agora, equipar e modificar as armas e armaduras promete ser mais fácil. Os minigames de decodificação de dados também serão mudados. Por fim, o game deve ganhar mais resolução, com texturas, personagens e ambientes mais detalhados.

"'Mass Effect' serve como um poderoso exemplo de games como forma de arte, realizando novos níveis de intensidade emocional, personagens realistas e uma história cativante, tudo num universo convincente", diz Ray Muzyka, gerente geral da BioWare. De fato, a expressividade dos personagens do game é uma das mais convincentes até agora.

Sobre o lançamento da versão para PC de um game que fora anunciado como exclusivo para o Xbox 360, Frank Gibeau, presidente de marcas da Electronic Arts, disse que fez um acordo com a Microsoft para poder distribuir os games daqui em diante. A BioWare e a Pandemic foram compradas pela Electronic Arts em outubro do ano passado, numa das maiores transações da indústria dos games até então.

Spore (PC)


A Electronic Arts confirmou a data de lançamento de "Spore" para 7 de setembro nos Estados Unidos, nas versões para PC, Nintendo DS, celulares e computadores Macintosh.

"Estamos nos estágios finais de teste e de polimento com 'Spore', e o time da Maxis está ansioso para ver o cosmos de conteúdo criado pela comunidade no fim do ano", disse o criador Will Wright.

O jogo também foi confirmado novamente, numa conferência de Frank GIbeau, presidente de marcas da Electronic Arts, com analistas. No entanto, outros videogames podem receber "Spore". Gibeau disse que o título "já está em desenvolvimento" para a mais nova geração de consoles, "incluindo o Wii". Ou seja, é provável uma versão para Xbox 360 e PlayStation 3.

O ambicioso "Spore" já consumiu sete anos de desenvolvimento. Nesse simulador de vida, o jogador começa como um organismo unicelular, até virar uma raça capaz de explorar o universo. À medida que se evolui, também fica mais complexa a mecânica de jogo.

Command & Conquer: Red Alert 3 (PC)


A Electronic Arts anunciou oficialmente a produção de "Command & Conquer 3: Red Alert 3", uma versão paralela de sua famosa série de estratégia em tempo real.

"A série 'Red Alert' é conhecida pelos jogadores 'hardcore' de jogos de estratégia desafiantes, com mecânica de jogo produnda, variada e inovadora. Mas também pertence a uma raça rara de jogos que podem ser aceitos por jogadores mais casuais, com sua história formidável, mecânicas instantaneamente acessíveis e o design que vai direto à diversão", disse Mike Verdu, gerente geral da Electronic Arts de Los Angeles.

Como novidade, a produtora promete uma modalidade de campanha cooperativa e uma nova facção. O game também traz para o centro do combate as batalhas navais, adicionando uma nova camada de estratégia.

O enredo de "Red Alert 3" traz um líder russo desesperado que quer trazer de volta a glória à Mãe Rússia, através de uma viagem ao passado e mudar a história. Mas, os planos não saem como previsto e acaba criando uma realidade alternativa, em que a tecnologia seguiu um caminho diferente e uma nova superpotência vem do extremo oriente.

Assim, a Terceira Guerra Mundial é um confronto de três pólos: Aliados, Soviéticos e o Império do Sol Nascente. As armas são ao mesmo tempo fascinantes e excêntricas, como a bobina de Testa (que dispara raios elétricos), golfinhos inteligentes, ilhas-fortaleza flutuantes e tanques que se transformam.

Os donos de PC podem participar da fase de testes beta ao adquirirem a expansão "Command & Conquer 3: Kane's Wrath", que vem mais para o final do ano.

"Command & Conquer: Red Alert" apareceu originalmente em 1996 e é baseado na idéia de que Albert Einstein viajou de volta no tempo para matar Hitler e impedir as atrocidades que ele cometeu. Infelizmente, seus planos não deram certo e geraram conseqüências inesperadas, com Joseph Stalin e suas forças soviéticas invadindo o continente europeu e produzindo uma guerra de igual ferocidade.

Em sua época, "Red Alert" foi considerado um dos melhores games de estratégia em tempo real, principalmente com o mercado multiplayer online vindo à tona na época. O título recebeu três pacotes de expansão antes de ganhar uma seqüência em 2000 que, apesar de decente, não causou o mesmo impacto do original.

Pure (PC)


O objetivo da Disney Interactive com "Pure" de modesto não tem nada: o jogo, sob responsabilidade do estúdio Black Rock, quer levar a corrida de quadriciclos a um novo nível, e para tanto investe em saltos fenomenais, com direito a manobras aéreas, tudo retratado através de gráficos fotorrealísticos. Em suma, na medida exata para quem gosta de esportes radicais que desafiam a gravidade.

O início não foge muito ao padrão: o jogador deve escolher um entre uma variedade de pilotos, masculinos ou femininos, para representá-lo na corrida. Os adversários podem ser tanto controlados por inteligência artificial quanto de carne e osso, já que o modo multiplayer oferece suporte para até 16 participantes.

As modalidades abrangem desde as tradicionais, colocando os quadriciclos para disputar roda a roda a primeira posição, até competições "freestyle", nas quais o que importa é a performance com as peripécias e manobras. As pistas são baseadas em locais reais do globo.

A Black Rock, antes conhecida como Clímax Racing, tem experiência no gênero, tendo desenvolvido franquias como "ATV Offroad Fury" e "Moto GP". A produtora tem a ajuda de Wes Miller, piloto professional e fundador da H-Bomb Films, equipe conhecida pelas manobras, para desenvolver "Pure".

This is Vegas (PC)


Não se engane pelo título: este não é um jogo sobre cartas de baralho ou roletas, ainda que isto tudo ajude a compor o universo do projeto da Surreal Software, a mesma responsável pela envolvente série "The Suffering", que assombrou os consoles da geração passada com grande sucesso.

No melhor estilo "Grand Theft Auto, "This is Vegas" coloca o jogador na pele de um sujeito sem dinheiro e sem reputação que deve criar seu próprio império de jogatina e diversão para adultos na chamada "Cidade do Pecado". Mas o cenário não é nada favorável - um poderoso homem de negócios está mexendo os pauzinhos para dominar o submundo de Las Vegas, o que causa um desequilíbrio de poderes no lugar.

Como a chave de bons negócios são os contatos, tudo gira em torno da exploração da cidade, entre seus cassinos, hotéis, boates, coberturas de luxo e outros lugares bem menos convidativos para criar uma rede de amizades que garantirá a expansão de seus objetivos.

Sempre há alguém que necessita de alguma coisa, então as mais variadas missões são disponibilizadas, desde lutas brutais em arenas clandestinas a perigosos rachas pelas ruas - e tudo pode acabar mal, como em um tiroteio por exemplo. Quanto mais dinheiro arrecadado, mais opções para subir na vida, o que inevitavelmente também mexerá com o balanço do poder em Vegas, criando a necessidade de manter (ou não) boas relações com as quatro facções mais importantes da região.

"Banjo" (X360) não será jogo de plataforma 'tradicional'



Em resposta à seção de cartas do site da Rare, a companhia falou sobre alguns detalhes - ou melhor, sobre o que o game "não" será - da versão para Xbox 360 de "Banjo-Kazooie", originário do Nintendo 64.

A companhia diz que o terceiro jogo da série não será um game de plataforma "tradicional". A produtora também revela que a versão para Xbox 360 começou como um remake do original, mas posteriormente o time optou por fazer um jogo completamente novo.

"Banjo não será um jogo de tiro (a não ser que não vendamos nada como '[Grabbed by the] Ghoulies' e, como um ato de desespero, dermos uma arma para ele no próximo jogo), mas também não será um tradicional jogo de plataforma", disse o líder do projeto, que não foi identificado pelo site

"De alguma forma gostamos de pensar que será uma tomada diferente para o gênero. Alguns poderiam dizer que é uma aposta corajosa, mas estou confiante que foi a decisão certa, e quando as pessoas o virem, tenho certeza que dirão 'embora os velhos jogos sejam definitivamente brilhantes, esse novo é ainda melhor'. Tão bom que, de fato, vou vender todos os meus pertences e dar o dinheiro para a equipe de 'Banjo'", brinca.

"Não estamos no ramo de esmagamento de sonhos de garotinhos, então, suas esperanças multiplayer serão atendidas. A 'nova direção' que 'Banjo' está tomando deve oferecer uma experiência multiplayer diferente de tudo que está disponível atualmente", afirmou, sem entrar em detalhes sobre essas novidades.

Segundo Shane Kim, vice-presidente da Microsoft Game Studios, o jogo ainda está previsto para 2008.

A Microsoft deve revelar novos títulos para Xbox 360 durante sua conferência de abertura na GDC e "Banjo" pode ser deles. O evento será realizado de 18 a 22 de fevereiro no Moscone Center em San Francisco, Califórnia, com cobertura ao vivo do UOL.

EA promete informações de "The Sims 3" para 'breve'

Em uma mensagem publicada no fórum Quarter to Three, Rod Humble, chefe da divisão "The Sims", disse que informações de "The Sims 3" saem "em breve".

O game é a mais recente edição da série que, segundo a Electronic Arts, já vendeu mais 90 milhões de unidades, desde o lançamento do "The Sims", em fevereiro de 2000. O mais recente lançamento da franquia é a expansão "The Sims 2: Tempo Livre".

Além disso, Humble confirmou que há outros games da linha "The Sims" nos planos, mas não foram revelados. Por ora, o que se sabe é que o Wii e o Nintendo DS recebem "MySims Kingdom" e "MySims Party". Além deles, o PC ganha um "MySims" próprio. Estão nos planos também um "SimAnimals" e "SimCity Creator".

Os "filhotes" de "The Sims" também têm sucesso: "MySims" já teve despachado 3 milhões de cópias para as lojas e rendeu US$ 100 milhões.

"Guitar Hero: Aerosmith" vem aí; "GH3" ganha extra grátis

A Activision anunciou a produção de "Guitar Hero: Aerosmith", uma versão de seu famoso simulador de guitarras que será dedicado ao grupo norte-americano de rock. O game está previsto para sair para Xbox 360, PlayStation 3, Wii e PlayStation 2. O lançamento está marcado para junho.

O game coloca o jogador no papel dos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford, além do baixista Tom Hamilton, que são acompanhados do baterista Joey Kramer e do vocalista Steven Tyler.

"Ter um jogo construído em torno do Aerosmith é uma grande honra e uma grande experiência para nós", diz Perry. "Temos colocado muitas idéias no jogo, então os fãs podem se divertir com nossa músicas, ficando a par de nosso trabalho e aprendendo sobre a história da banda".

"Numa escala maior, é bacana para nós sermos os pioneiros a ajudar a reconstruir a indústria da música através de um formato como os videogames. É ótimo para o rock, já que as gravadoras estão sofrendo para fazerem sentido em meio como as coisas estão mudando. Fãs querem ter a música e sua experiência em novos formatos, e pode acontecer de alguns que jogam o game pegarem uma guitarra de verdade de começarem suas bandas. É o que está acontecendo agora, e só crescerá ainda mais no futuro. É uma mudança enorme no negócio da música", analisa Perry.

Para o líder Steven Tyler, a escolha pelo Aerosmith é óbvia, pois a banda tem uma discografia variada, com canções como "Sweet Emotion", "Love in the Elevator", "Dream On" e "Don't Wanna Miss a Thing", um dos maiores sucessos do conjunto.

Por falar em "Dream On", a canção aparecerá como um download gratuito em "Guitar Hero III: Legends of Rock". O extra estará disponível entre 16 e 18 de fevereiro na Xbox Live e PlayStation Network.

"Guitar Hero: Aerosmith" difere dos outros games da série por trazer personagens famosos (apesar de, em "Guitar Hero III", aparecerem celebridades como Slash, ex-Guns 'n Roses, e Tom Morello, do Rage Against Machine). Toda trilha sonora é composta por canções da banda ou de artistas que colaboraram ou foram influenciados pelo grupo que já vendeu mais de 150 milhões de discos e ganhou o Grammy.

As edições para Xbox 360 e Playstation 3 estão sendo desenvolvidas pela Neversoft (que também fez "Guitar Hero III"), enquanto a versão para Wii está a cargo da Vicarious Visions. No PlayStation 2, a responsável pelo desenvolvimento é a Budcat.

Esse é um dos dois "Guitar Hero" que devem ser lançados em 2008. O segundo, que supõe ser "Guitar Hero IV", deve sair no final do ano, de acordo com um comunicado da banda independente The Answer.

Conheça a primeira GameStop brasileira


Você sabia que o Brasil tem uma loja da GameStop, a maior revendedora de jogos dos Estados Unidos? Pois é, ninguém sabia, mas a GamesBrasil descobriu que em 27 de janeiro, na cidade de Sorocaba, foi inaugurada uma loja com a marca GameStop. Porém, a loja não é oficialmente licenciada.

O logotipo - idêntico ao da franquia internacional - estampa a fachada após a reformulação da mais antiga locadora de games (e, posteriormente, DVDs) da cidade, que fica no interior de São Paulo. A idéia de "trazer" a Gamestop ao país surgiu do proprietário do estabelecimento, Marcelo Camparini, que montou a locadora World Games há 17 anos e trabalha constantemente para oferecer todas os lançamentos dos consoles de última geração.

Com o passar do tempo, a loja começou a oferecer, além da locação, a venda de jogos. É aí que entra a GameStop na jogada: Marcelo tentou um contato direto com a rede americana para ter uma loja afiliada no Brasil, mas, cansado de não receber resposta, resolveu ele mesmo registrar a marca e lançar a sua nova loja com padrões internacionais (diga-se de passagem, muito superior a grande maioria das lojas GameStop nos EUA), que consumiu um investimento por volta de R$ 110 mil apenas na reforma e equipamentos - incluindo ar condicionado e porta-automática -, sem levar em consideração a grande quantidade dos títulos que a loja já tinha antigamente.

A loja consegue oferecer os lançamentos com atraso de apenas uma ou duas semanas em relação ao mercado internacional, graças a importadoras como NC Games e Netunia, além das distribuidoras como a Electronic Arts.

O proprietário espera vencer a pirataria mostrando aos jogadores as vantagens e o conforto de comprar produtos legalizados, e também oferece vantagens para quem opta em alugar os games, como o aluguel semanal - que para um título da nova geração como Xbox 360 e PS3, sai por R$ 21 (contra os R$ 7 da diária), o que ajuda aqueles que não podem comprar ou se satisfazem em jogar por um tempo limitado.

Segundo o proprietário, há o interesse em estender o formato para outras lojas e até uma franquia nacional, mas ainda não existe uma previsão concreta e vai depender do resultado obtido nos próximos meses. Está previsto para breve o início da comercialização online através do site que ainda está em fase de desenvolvido.

O que não está claro, porém, é a utilização do nome GameStop, embora Marcelo admita que espera uma conciliação com a rede americana com o passar do tempo. "Eu registrei e tenho os direitos sobre a marca GameStop no Brasil, então agora são eles que terão que vir conversar comigo".

A World Games - GameStop fica localizado na Av. Barão de Tatuí, nº 1588, e o telefone de contato é (15) 3234-1584